Castigar

Infelizmente, não existe um manual para guiar mães e pais no tratamento de seus filhos. No que diz respeito à educação, então, cada família tem suas técnicas específicas. Para punir uma criança, por exemplo, alguns pais apostam no diálogo positivo, enquanto outros optam por formas mais rígidas de disciplina.

À parte o castigo físico, que está completamente fora de questão, será que realmente existe alguma maneira ‘correta’ de educar as crianças?

Um recente artigo publicado no jornal Medical Daily, resultante de um estudo comandado pelo Dr. Robert Larzelere, da Universidade Estadual de Oklahoma, e sua aluna de doutorado Sada Knowles, garante que não há apenas uma, mas três, formas de fazê-lo – tudo depende do comportamento do pequeno diante de situações específicas.

Trocar a punição por uma conversa funciona bem em muitos casos, mas o ‘cantinho do castigo’ acaba sendo mais eficaz para situações nas quais a criança age desafiadora e violenta, por exemplo.

O levantamento contou com a observação de 102 mães voluntárias no tratamento de disciplinar seus filhos em cinco ocasiões distintas; como bater, choramingar, desafiar ou mesmo não dar ouvidos ao que ela diz.

Percebeu-se assim que a tática de disciplina depende exclusivamente do comportamento da criança. Ainda assim, as melhores alternativas são:

Compromisso: ou sistema de recompensa, foi o que melhor funcionou. Cabe ao responsável propor um acordo com o filho, impondo uma penalidade caso o mesmo não seja cumprido – ‘Se você continuar gritando, não vai usar a internet hoje’, por exemplo. Mas é preciso que os pais mantenham a punição, sem brecha, para que seu acordo tenha credibilidade. No mais, a criança percebe que o compromisso não passa de ameaça e logo deixa de dar atenção às condições propostas.

Raciocínio: a conversa franca na qual os pais acalmam os filhos com palavras com o intuito de mostrar que aquele comportamento é inadequado para a ocasião. Para tal, os pais têm de manter a calma ao falar, uma vez que levantando o tom de voz ou mudando o rumo da conversa em curso, o caos pode ser generalizado.

Cantinho do castigo:

 

Isso funciona melhor no caso de comportamentos levemente irritantes, como choramingar, mas não foram eficazes para crianças ou crianças desafiadoras.

 

Reasoning. This works best in the case of slightly annoying behaviors such as whining, but weren’t effective with defiant children or children that hit.
Time-outs and taking something away. These worked best when stronger punishments were needed.

compromise as their go-to punishment when dealing with a defiant or violent child, they’d encounter more bad behavior, not less.

Reasoning was the most effective way to discipline a child over a longer time span with the same types of children.

Strong punishments (such as time-outs) cut down on the bad behavior in the most oppositional kids, but only if used less than 16 percent of the time.

no bad kids, just bad behavior.

try to communicate with your child on their level, and are aware of whether a punishment strategy is working or not, you’ll have a lot more success when handing out punishments.

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Adele Grandis: Taurina com ascendente em touro - isso explica muita coisa!