As melhores e piores cidades para as mulheres no Brasil

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) acaba de divulgar o relatório Desenvolvimento Humano para Além das Médias, listando as melhores e piores cidades do Brasil para as mulheres – considerando aspectos como índices de longevidade, educação e renda.

O levantamento utilizou dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados entre 2000 e de 2010 em 20 regiões metropolitanas e 111 municípios (todos com população igual ou superior à da capital menos populosa, Palmas). Além do sexo, o relatório levou em consideração cor e situação de domicílio (rural ou urbana).

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é um número que varia entre 0 e 1 – quanto mais próximo de um, maior o desenvolvimento humano encontrado – categorizado dentro de cinco faixas: muito baixo (0 a 0,499), baixo (0,500 a 0,599), médio (0,600 a 0,699), alto (0,700 a 0,799) e muito alto (0,800 a 1).

Sendo assim, a pior cidade brasileira para as mulheres é Marabá, no Estado do Pará, com IDHM de 0,657. Em seguida, empatadas, estão Ribeirão das Neves (MG) e Belford Roxo (RJ), com IDHM feminino de 0,673. Em terceiro lugar, também empatadas, estão Caruaru (PE) e Camaçari (BA), com IDHM de 0,676.

Já a melhor cidade brasileira para mulheres é Florianópolis (SC), com IDHM de 0,825.

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Adele Grandis: Taurina com ascendente em touro - isso explica muita coisa!