Finalmente, empresas brasileiras estão saindo do armário

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Segundo estudo comandado pela organização americana Out Now, realizado entre profissionais gays nos Estados Unidos, 70% dos que revelam sua opção sexual aos colegas se consideram produtivos, enquanto 37% dos que mantém mantem segredo sobre a vida pessoal sentem a mesma satisfação profissional.

Ou seja, enquanto no exterior é mais vantajoso aos homossexuais exporem sua orientação sexual no ambiente de trabalho, por aqui predomina a lei do silêncio. Ou predominava, melhor dizer. Em setembro, três empresas brasileiras assinaram um compromisso com o Fórum de Empresas e Direitos LGBT.

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A fim de tratar o assunto abertamente e incentivar os funcionários a serem autênticos na vida corporativa, a gigante das bebidas Ambev, a petroquímica Braskem e o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe se uniram à causa, que conta com outras signatárias como a 3M, Avon, Dow, GE, Google e Facebook.

Há mais de três anos o Fórum debate a questão da diversidade com empresas brasileiras. Antes mesmo de assinar o compromisso, a Ambev, por exemplo, criou um grupo para o debate do tema dentro da empresa no início deste ano, visando facilitar a vida de seus funcionários homossexuais com medidas práticas.

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A empresa já permitia aos casais gays os mesmos benefícios proporcionados aos casais héteros, mas o assunto não era tratado diretamente no momento da contratação. Hoje, o material de introdução à companhia, apresenta os dados de forma evidente e por escrito desde a iniciação dos novos funcionários.

Para a Trench, Rossi e Watanabe, a diversidade sexual dentre os funcionários de uma empresa só contribui para seu sucesso. Além da eficácia na produtividade interna, contribui para novos negócios, especialmente na disputa de contratos internacionais.

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Adele Grandis: Taurina com ascendente em touro - isso explica muita coisa!